Vai viajar pela Europa? Estudo mostra como economizar até oito horas em filas

Roma lidera o ranking. Na capital italiana, os visitantes podem ganhar mais de oito horas, o equivalente a aproximadamente um dia inteiro de trabalho

Roma lidera o ranking. Na capital italiana, os visitantes podem ganhar mais de oito horas, o equivalente a aproximadamente um dia inteiro de trabalho

Em uma viagem de dois ou três dias pela Europa, algumas horas extras podem fazer toda a diferença no ato de descobrir e aproveitar um destino. Pensando nisso, a TUI Musement identificou as cidades europeias onde o planejamento pode resultar em uma economia de até oito horas em filas e atrativos.

Os resultados têm como base uma análise dos tempos de espera nas bilheterias durante os períodos de maior movimento em 100 atrações de 20 dos destinos europeus mais visitados para viagens curtas.

O estudo mostra como planejar cada visita com antecedência pode reduzir as filas e deixar mais tempo para explorar, descobrir e aproveitar a cidade. Um mapa interativo reúne todos os resultados e dicas práticas dos especialistas locais da TUI Musement.

A seguir, o ranking das cidades onde é possível ganhar mais tempo, segundo o estudo:

Cidade, país Horas que podem poupar
Roma, Itália 8 h
Paris, França 7 h
Budapeste, Hungria 7 h
Veneza, Itália 7 h
Sevilha, Espanha 7 h
Viena, Áustria 6 h
Cracóvia, Polônia 6 h
Lisboa, Portugal 6 h
Berlim, Alemanha 5 h
Milão, Itália 5 h
Barcelona, Espanha 5 h
Madri, Espanha 5 h
Londres, Inglaterra 5 h
Dublin, Irlanda 4 h
Praga, República Tcheca 4 h
Atenas, Grécia 4 h
Edimburgo, Reino Unido 3 h
Estocolmo, Suécia 3 h

De acordo com a análise, que estima o tempo máximo acumulado de espera nas cinco atrações mais visitadas de cada cidade, Roma lidera o ranking. Na capital italiana, os visitantes podem ganhar mais de oito horas, o equivalente a aproximadamente um dia inteiro de trabalho. Grande parte desse tempo está concentrada em atrações como os Museus do Vaticano, onde as filas podem chegar a três horas e meia nos períodos de maior procura.

Paris, Budapeste, Veneza e Sevilha aparecem nas posições seguintes, com cerca de sete horas de economia potencial. Nesses destinos, pequenos ajustes no planejamento podem fazer uma grande diferença. No Museu do Louvre, por exemplo, a entrada pelo Carrousel costuma ser uma alternativa mais rápida do que o acesso pela icônica Pirâmide. Em Budapeste, onde o fechamento temporário das Termas de Gellért aumentou o movimento nas Termas de Széchenyi, reservar com antecedência ou considerar alternativas como as Termas de Rudas pode ajudar a evitar longas filas.

Em Veneza, a recomendação é visitar o Palácio Ducal antes das 10h ou no período da tarde. Já em Sevilha, visitar o Real Alcázar no início da manhã ou depois das 14h30 e começar o percurso pelos jardins pode proporcionar uma experiência mais tranquila.

No outro extremo do ranking, Edimburgo, Estocolmo, Copenhague e Amsterdã registram os menores tempos acumulados entre as cidades analisadas. Ainda assim, a espera nas cinco atrações selecionadas soma aproximadamente três horas.

“Planejar bem não significa incluir mais visitas no dia, mas aproveitar melhor o tempo disponível. Conhecer os melhores horários para visitar cada atração, os acessos mais convenientes e as alternativas disponíveis permite que os viajantes passem menos tempo esperando e tenham mais tempo para descobrir os lugares, sabores e detalhes que dão vida a cada cidade”, afirma Mirco Fiumene, Managing Director Experiences & CMO da TUI Musement.

Mapa interativo da TUI Musement reúne recomendações práticas para ajudar os viajantes a planejarem as suas visitas

Em quais lugares planejar com antecedência faz a diferença?

O estudo também identifica as atrações em que reservar a visita com antecedência pode ser especialmente vantajoso. Os Museus do Vaticano lideram a lista, com esperas de até três horas e meia nos períodos de maior movimento. Na sequência aparecem o Real Alcázar de Sevilha, com filas de até três horas, e o Palácio de Schönbrunn, em Viena, onde os visitantes podem esperar até duas horas e 45 minutos.

E não se trata de casos isolados. Dos 100 pontos turísticos analisados, 15 podem registrar esperas superiores a duas horas nas bilheterias durante os períodos de maior procura, enquanto 33 podem apresentar filas de 60 a 90 minutos.

Dicas práticas para aproveitar melhor cada cidade

Como parte do estudo, a TUI Musement reuniu recomendações específicas para cada uma das 100 atrações. Entre elas estão reservar com antecedência sempre que possível, escolher os melhores dias e horários, utilizar os acessos menos movimentados, otimizar o percurso dentro das atrações e combinar visitas a lugares próximos para reduzir os deslocamentos. As dicas também incluem alternativas que permitem descobrir alguns pontos turísticos sob uma perspectiva diferente.

Visitar La Pedrera ao anoitecer para evitar as filas durante o dia, acompanhar a abertura das reservas para A Última Ceia, de Leonardo da Vinci, em Milão, cujos ingressos são colocados à venda a cada três meses, ou evitar os horários próximos ao pôr do sol na London Eye são apenas algumas das recomendações incluídas no mapa interativo.

Seguir essas sugestões não só ajuda a reduzir o tempo nas filas, como também permite aproveitar a cidade de outras maneiras: caminhar no fim da tarde às margens do Canal Saint-Martin, em Paris; explorar a região de Conde Duque ou prolongar uma conversa em torno de algumas tapas, em Madri; ou fazer uma pausa para vivenciar a tradição do afternoon tea em Londres. Não se trata necessariamente de fazer mais, mas de viajar com tempo para mergulhar um pouco mais na vida de cada destino.

Metodologia do estudo

para elaborar o estudo, a TUI Musement analisou 20 dos destinos europeus mais visitados para viagens curtas e selecionou as cinco atrações turísticas mais populares de cada um, reunindo uma amostra de 100 pontos de interesse. A partir de informações públicas disponíveis em sites oficiais, plataformas de avaliações e fóruns de viajantes, foram estimados os tempos máximos de espera nas bilheterias durante os períodos de maior movimento.

O número de “horas que podem ser economizadas” em cada cidade corresponde à soma dos tempos de espera estimados nas cinco atrações selecionadas e representa o tempo que os viajantes poderiam ganhar com um planejamento antecipado. O estudo é complementado por recomendações dos especialistas locais da TUI Musement sobre os melhores horários para realizar cada visita e outras formas de evitar esperas desnecessárias.

O mapa interativo com todos os resultados e recomendações para as 100 atrações pode ser consultado neste link.

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